- uma notícia para um jornal do tipo popular;
- uma notícia para um jornal voltado para as classes A e B;
- um interrogatório (que supostamente aconteceu horas depois dos eventos enumerados e é presidido pelo delegado junto a você, pessoa que encontrou o cadáver);
- uma conversa telefônica entre dois amigos (você e a pessoa que achou o cadáver); ou
- uma crônica.
- Então o senhor encontrou o corpo na porta do seu apartamento?
-Sim, delegado. Estava no banho, a campainha tocou, coloquei o roupão, fui até a porta e lá estava o corpo.
-E não tinha ninguém por perto?
-Não, delegado. Só o corpo.
- O senhor conhecia o morto?
- Nem vi o rosto dele. Estava de bruços. Liguei logo para a polícia.
- E por que alguém deixaria um cadáver na porta do seu apartamento?
-Não sei , delegado.
- Pois bem, o senhor está detido para investigações. É o principal suspeito. Não há testemunhas.
-Mas, delegado! Eu já disse! Eu estava tomando banho, tocou a campainha, fui até a porta e ele estava lá, morto!
-Pois então, a sua testemunha é o morto e morto não fala, portanto o senhor está preso por suspeita de assassinato. E pronto!
-Sim, delegado. Estava no banho, a campainha tocou, coloquei o roupão, fui até a porta e lá estava o corpo.
-E não tinha ninguém por perto?
-Não, delegado. Só o corpo.
- O senhor conhecia o morto?
- Nem vi o rosto dele. Estava de bruços. Liguei logo para a polícia.
- E por que alguém deixaria um cadáver na porta do seu apartamento?
-Não sei , delegado.
- Pois bem, o senhor está detido para investigações. É o principal suspeito. Não há testemunhas.
-Mas, delegado! Eu já disse! Eu estava tomando banho, tocou a campainha, fui até a porta e ele estava lá, morto!
-Pois então, a sua testemunha é o morto e morto não fala, portanto o senhor está preso por suspeita de assassinato. E pronto!
Interrogatório
ResponderExcluirDelegado: Bom dia, então o senhor é Pedro Silvério?
Homem: Bom dia, sim delegado, sou eu.
Delegado: Relate o que aconteceu exatamente essa manhã.
Homem: Bem, eu logo ao acordar, consultei meu relógio, verifiquei que era hora de levantar, levantei fui até o banheiro, escovei os dentes, lavei o rosto, e fui me e quando estava terminando de me vestir, do quarto ouvi a campainha da porta, caminhei até a porta, olhei pelo olho mágico e não vi ninguém, abri a porta e para minha surpresa vi um homem caído na soleira da minha porta.
Delegado: Certo, mas e aí ? O que a senhor fez?
Homem: Olhei atentamente todo o corredor, fui a até a porta do elevador, corri até as escadas e não vi ninguém.
Delegado: Que fez na sequência?
Homem: Voltei até o homem e fiquei meio sem saber o que fazer, quando resolvi tocar no homem para verificar se estava vivo.Então senti que o corpo estava frio e rígido, daí, constatei que era um cadáver.
Delegado: Depois de ter constatado que se tratava de um cadáver, qual foi a sua atitude?
Homem: Corri para o telefone e liguei para 190 e dentro de poucos minutos a policia chegou.
Delegado: O senhor conhecia a vitima?
Homem: Não... nunca vi.
Delegado: O senhor ouviu algum barulho antes da camainha tocar?
Homem: Não...não ouvi nada.
Delegado: Pois bem, o senhor está dispensado por hora.